O ambientalista que existe em você!

ESCRITO POR ELAINE EM SETEMBRO - 7 - 2009
Pergunte -se:
Eu me preocupo com a preservação do meio ambiente?
A resposta que teve neste momento pode demonstrar o quanto há de um ambientalista em VOCÊ.
Ambientalista: aquele que tem a preocupação com a preservação ambiental e que consequentemente passa a dedicar-se a esta causa.
No momento em que se propõe a ampliar a visão do que o cerca e voltar seu olhar para o macro; humanidade e meio ambiente; sua postura mudará para a de alguém que consegue enxergar que TODAS AS ATITUDES INDIVIDUAIS TRANSFORMAM-SE NUMA ATITUDE COLETIVA.
A resultante desta força de atitudes individuais passa a ser global. Este grande impacto socioambiental será positivo ou negativo dependendo da maneira como é direcionado.
Percebe o quanto sua ação individual pode ter a força potencializada quando se une a outras ações?
Se neste momento encontrou dentro de você um ambientalista que questiona:
AS MENSAGENS QUE RECEBO SÃO PARA QUE EU FAÇA MINHA PARTE, MAS NÃO ME DIZEM COMO FAZÊ-LA!
Com a mesma simplicidade que foi aplicada até agora, a seguir estarão SUGERIDAS algumas atitudes que você pode tomar para deixar de lado a passividade.
• para se posicionar e ter uma opinião formada sobre o assunto, precisa estar bem informado sobre o que está acontecendo ao seu redor através da mídia de notícias socioambientais: alterações do clima, degradação ambiental, suas consequências sociais e ações governamentais relacionadas ;
• não basta ter o conhecimento, você precisa aplicá-lo a fim de defender sua qualidade de vida, a da sua família, do coletivo, e principalmente aplicá-lo com a meta de preservar o meio ambiente para a atual e futuras gerações;
• atuar na Associação de Bairros; Comunidade Religiosa; Conselho Escolar; Sindicatos; Condomínios; Diretórios Acadêmicos; Clubes;
• acompanhar as propostas e votações que acontecem no cenário político e que atingem diretamente o meio ambiente;
• ser voluntário de alguma Organização socioambiental;
• ser integrante da Agenda 21 de seu bairro ou município;
• participar de campanhas socioambientais;
• ser um consumidor consciente: compre o que realmente necessite, economize, e informe-se através de pesquisas se o produto e fabricante trabalham respeitando as crianças, animais e o meio ambiente;
ALGUMAS INFORMAÇÕES ADICIONAIS: copie o link no seu navegador
- O que acontece na política: http://www.senado.gov.br/TV
- Algumas Organizações para voluntariado:http://www.ecolmeia.org.br/principal.htm
- Participar da Agenda 21- informações sobre a Agenda mais próxima pelo email do facilitador de Agenda 21 – Sandro Nicodemo: sandronicodemo@gmail.com
O que é a Agenda 21?
É uma ferramenta participativa formada pelas organizações dos três setores da sociedade, (Governo, Empresas e Sociedade) que juntas somam conhecimentos e energia ao planejamento coletivo através de ações socioambientais integradas, em benefício do cidadão e meio ambiente.
- Conhecer o resultado da pesquisa que pode ajudar a direcionar sua compra.
Relatório da Fundação Getúlio Vargas (FGV/2008) “Programa Responsabilidade Social e Sustentabilidade no Varejo”: http://www.fgv.br/cev/rsnovarejo/Relat%C3%B3rio_Programa_RSSV_2008.pdf
CAMPANHAS: copie o link em seu navegador
Apague um pixel pelo planeta: http://www.greenpeaceblackpixel.org/#/pt
Ecofont – A fonte que economiza até 20% de tinta: http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=8845&/ECOFONT+A+FONTE+QUE+ECONOMIZA+ATE+20+DE+TINTA
Saco é um Saco – Campanha do MMA para reduzir utilização de sacos plásticos: http://www.bancodoplaneta.com.br/video/video/show?id=1741754%3AVideo%3A258934
Faça sua bomba de sementes: http://hitartdesign.blogspot.com/2008/04/bomba-de-sementes.html
Simule quanto você emite de CO2: http://www.climaeconsumo.org.br/calculadora.html
21 ações para você fazer a sua parte: http://www.climaeconsumo.org.br/voceAcao.html
Pontos de coleta de pilhas, baterias e lixo eletrônico: http://www.ecolmeia.org.br/pilhasebaterias/pontos-de-coleta.html
Participando destas ou de outras ações, demonstra que já possui uma visão que ultrapasse os limites do portão de sua casa.
Não é justo deixarmos às crianças a tarefa impossível de recuperar o que não preservarmos hoje.
Agora é o momento de fazermos algo, darmos o exemplo, para que no futuro as crianças de hoje ainda tenham no meio ambiente algo a defender.
Se for ao contrário, estaremos preparando uma geração de crianças/futuros adultos somente com a consciência de que restou pouco de meio ambiente a preservar.
Viver com simplicidade e naturalidade é o caminho mais curto para estar em harmonia com a humanidade e o meio ambiente.
Bom começo para um ambientalista!
Falando nisso, já teve sua resposta?
Obrigada
Elaine Santos.


A coleta seletiva de São Paulo está estagnada: representa apenas 1% das 15 000 toneladas de resíduos que a prefeitura recolhe diariamente. Especialistas indicam como mudar esse cenário


Por Daniel Nunes Gonçalves

Reduzir, reutilizar e reciclar. É raro quem nunca tenha ouvido a recomendação para usar o princípio dos "três erres" na hora de consumir e dar um destino ao lixo que produz. A popularização da palavra sustentabilidade fez crescer a consciência ambiental e tem estimulado os paulistanos a fazer sua parte. Donas de casa vão aos mercados carregando sacolas de pano para não precisar gastar sacos plásticos, profissionais pensam duas vezes antes de imprimir seus e-mails, e nas escolas as crianças aprendem a separar papéis, latas e plásticos naqueles simpáticos cestinhos coloridos. A boa vontade da população, porém, não é suficiente para resolver um dos maiores problemas de metrópoles como São Paulo: o destino de seus resíduos. Apenas 1% das 15 000 toneladas de lixo produzidas diariamente na cidade passa pela coleta seletiva da prefeitura. Se levássemos em conta somente os detritos domiciliares que podem ser reaproveitados, esse número subiria para 7%. Muito pouco.

Os setenta caminhões de coleta seletiva da administração municipal atendem cerca de 20% dos moradores da capital. Muitos paulistanos tomam o cuidado de separar metais, vidros, plásticos e papéis naqueles cestos coloridos. Perda de tempo, já que esses materiais são jogados no mesmo caminhão e divididos só depois, em centros de triagem. Portanto, basta separar o lixo em dois sacos: um para rejeitos comuns, que vão parar em algum dos três aterros sanitários usados pelo município; e outro para recicláveis. Vale, claro, dar ao menos uma enxaguada para que restos de alimento não atraiam insetos.

Os caminhões de lixo reciclável da prefeitura, que carregam 140 toneladas diárias, passam em dias diferentes dos veículos de coleta comum. Duas concessionárias, Loga e Ecourbis, são responsáveis por 60% do serviço. O restante fica por conta de caminhões-gaiola de quinze cooperativas de catadores cadastradas pela administração municipal. Com 964 associados, elas são responsáveis também pela triagem de tudo o que é recolhido. Os 8,8 milhões de paulistanos que moram fora da rota desses veículos têm, caso queiram reciclar, de contatar cooperativas independentes ou se dar ao trabalho de levar, no porta-malas do carro, seus dejetos a pontos de entrega voluntária espalhados por empresas privadas, como os sessenta supermercados da rede Pão de Açúcar e os treze da Wal-Mart.

Quando comparado com os sistemas de coleta seletiva de capitais como Curitiba e Porto Alegre, que existem há duas décadas e atendem 100% da população, o atual programa paulistano, vigente desde 2003, é vergonhoso. "Acho lastimável que a metrópole que mais produz lixo na América do Sul não tenha políticas públicas de administração de resíduos sólidos compatíveis com o século XXI", afirma Elisabeth Grimberg, coordenadora de ambiente urbano do Instituto Pólis, ONG que atua na área. "É inadmissível que apenas 1,5% dos 760 milhões de reais do orçamento anual da Secretaria de Serviços para o lixo seja destinado à coleta seletiva." Segundo Elisabeth, 30% de tudo o que é rejeitado poderia ser reciclado, o que representaria uma economia anual de mais de 9 milhões de reais. "Sabemos que os números atuais estão aquém do ideal, mas estamos trabalhando para melhorá-los", diz o secretário de Transportes e de Serviços, Alexandre de Moraes. Ele lembra que o orçamento previsto para a coleta seletiva neste ano, 11,8 milhões de reais, é o dobro do destinado em 2008.

O que fazer com o lixo não é uma questão que aflige apenas os paulistanos. Trata-se de uma preocupação mundial. Para se adequarem a leis ambientais cada vez mais rígidas, várias cidades ricas do mundo mandam seus rejeitos para fora. Mais de 80% do lixo de São Paulo já tem como destino os municípios de Caieiras e Guarulhos. Com o objetivo de evitar a proliferação de lixões antiecológicos, os aterros sanitários contam com tratamento para o refugo tóxico. Mas a capacidade desses espaços é limitada, e só uma reciclagem eficiente diminuiria a quantidade de detritos a ser enviados a eles. Para piorar, a recente crise econômica afetou as cooperativas de coleta e triagem. "O preço do papelão, das garrafas PET e das caixas longa-vida que vendemos para os recicladores caiu pela metade", diz a ex-vendedora ambulante Olinda da Silva, coordenada da Coopere, no centro. O quilo de latas de alumínio caiu de 3,80 para 2 reais, enquanto o quilo de jornais e revistas passou de 20 para 10 centavos. Como os catadores não têm salário fixo, muitos abandonaram o trabalho para viver de bicos. O número de cooperados cadastrados na prefeitura diminuiu 15% de julho de 2008 para cá. "Há um ano, eu ganhava 1 000 reais por mês. Agora, está difícil tirar 600 reais", queixa-se Olinda.

A queda no número de catadores teria refletido diretamente na qualidade da coleta. Muitas pessoas voltaram a jogar o que poderia ser reaproveitado no lixo comum. "Com isso, os aterros receberam 10% a mais de recicláveis", afirma Cícero Yagi, integrante do Movimento Nossa São Paulo. Para evitar que isso acontecesse, a Coopamare, de Pinheiros, ficou com seu galpão lotado de materiais. "Alguns cooperados desistiram de trabalhar e os recicladores passaram a comprar menos, mas não queremos parar de atender nossos quarenta clientes", conta a ex-doméstica Maria Dulcinéia Santos. Sem equipamentos nem contas pagas pela prefeitura, o grupo é uma das cooperativas independentes da cidade. Estima-se que existam aqui mais de 100 delas e 20 000 catadores. A prefeitura pretende incorporar, até o fim do ano, dez dessas cooperativas às suas centrais de triagem oficiais. "Vamos usar para isso uma verba federal de 6 milhões de reais", promete o secretário Alexandre de Moraes. Com mais estrutura, acredita ele, as cooperativas poderão trabalhar melhor e garantir para si parte do lucro que hoje fica nas mãos de intermediários.

Os sinais de recuperação econômica dos últimos dois meses apontam para dias melhores. "Embora o primeiro semestre tenha sido difícil, a indústria voltou a comprar e os estoques das cooperativas começam a diminuir", afirma André Vilhena, diretor executivo do Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre). "Felizmente, o Brasil tem capacidade para reciclar tudo o que produz, algo que não ocorre em vários países europeus", diz. "Lá, apesar de haver uma grande coleta seletiva, a indústria recicladora não é desenvolvida." São Paulo sente ainda o impacto do atraso na implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, um projeto parado em Brasília há dezoito anos e que deve criar regras e diretrizes para que os próprios fabricantes sejam responsáveis pelo destino de seus produtos. "Leis municipais, estaduais e federais dificultam às indústrias e à população a compreensão do destino a ser dado a seus resíduos tóxicos, a exemplo de celulares e lâmpadas fluorescentes", conta André Vilhena.

Em meio a tanta morosidade das políticas públicas, a sociedade civil faz sua parte. ONGs como o Cempre, o Pólis e o Instituto Gea atualizam sites com orientações sobre o que pode ser reciclado e como implantar a reciclagem em um condomínio, uma escola ou uma empresa. Além de receber 5 000 toneladas de recicláveis em 2008, o grupo Pão de Açúcar criou ainda os caixas verdes, para descarte de embalagens, em nove de suas lojas paulistanas. No primeiro semestre deste ano, nada menos que 83 000 caixas de creme dental e de sabonetes foram recolhidas logo depois de ser pagas. Os paulistanos mais engajados aderiram até a composteiras caseiras. "Transformo meus restos de comida em adubo para as plantas do jardim", diz Nina Orlow, especialista em sustentabilidade, que fez toda a família se acostumar às minhocas necessárias para a decomposição do seu lixo orgânico. "É um pouco estranho, mas vale a pena saber que estou dando um destino ecologicamente correto aos meus resíduos."

Leia também:
"Conheça a seguir algumas ideias de especialistas para que nossos materiais recicláveis deixem de ser tratados como lixo"

Teste da coleta

Tentamos incluir uma rua na rota dos caminhões da prefeitura

Passar a fazer parte do roteiro dos caminhões de coleta seletiva da prefeitura não é nada simples. Depois de perceber, pelo site www.limpurb.sp.gov.br, que a concessionária Loga passava uma vez por semana em três ruas vizinhas do bairro de Pinheiros, uma repórter de VEJA SÃO PAULO ligou para o 156 e solicitou que seu condomínio também tivesse os detritos recolhidos. Na mesma semana, recebeu o retorno: os sacos deveriam ser deixados na rua às terças-feiras, durante o dia. Por três semanas o lixo ficou ali em vão, sendo recolhido pelos caminhões da coleta comum. Depois de mais um telefonema de reclamação, a Loga prometeu que o buscaria na semana seguinte. Deu certo. Na última terça (28), porém, a empresa furou de novo. Mais uma vez os sacos com recicláveis foram parar no aterro sanitário. Ao receber nova queixa, a Loga garantiu que a coleta será normalizada nesta semana. É esperar para ver.

Capitais exemplares

Como funciona a reciclagem onde a coleta seletiva existe há duas décadas e já atinge 100% da população

Curitiba (PR)
Uma concessionária leva os recicláveis colhidos em toda a cidade para um só centro de triagem. Administrada por uma ONG, a central emprega 103 pessoas. Outros 5 000 catadores fazem coleta paralela e triagem em parques.

Porto Alegre (RS)
Duas vezes por semana, os caminhões da prefeitura percorrem toda a cidade, recolhem os resíduos e os levam para dezesseis unidades de triagem com gestão autônoma e subsídio de 2 500 reais mensais da prefeitura.

Pontos de Coleta Seletiva

Confira os pontos da Coleta Seletiva em São Caetano do Sul:


Pontos de Entrega Voluntária (PEV)

COLOQUEI O LINK ATUALIZADO SDA PAGINA!!!!

http://www.saocaetanodosul.sp.gov.br/pagina.php?subcategoria_id=120

Fundo Social promove curso com foco na reciclagem

Caroline Terzi
da Redação


Reciclar é preciso. Pensando nisso, o Fundo Social de Solidariedade de São Caetano do Sul desenvolveu, entre sua grade de cursos gratuitos, o de Lâmpadas Decorativas. As aulas têm a proposta de utilizar materiais recicláveis que, agregados à criatividade, podem se transformar em peças artesanais. As orientações, que têm duração de dois meses, são ministradas na sede da entidade solidária (Rua Antônio Bento, 140, Bairro Santa Paula) e visam proporcionar aos moradores a oportunidade de gerar renda a partir do aprendizado de um ofício.


O curso de Lâmpadas Decorativas é um exemplo das atividades que integram as aulas gratuitas ministradas na sede do Fundo Social (Foto: Helber Aggio/PMSCS)Durante as aulas, lâmpadas, bolas plásticas de Natal, tinta látex e tecido são os principais materiais utilizados na produção dos artigos confeccionados especialmente para decorar árvores de Natal. A professora Elaine Miranda, responsável por ministrar o curso de Lâmpadas Decorativas na sede do Fundo Social, destaca os benefícios para quem decide participar das aulas e produzir as peças. "O aluno sai daqui com conhecimento e com a oportunidade de trabalhar com um material barato que resultará em um ótimo retorno financeiro."


O aluno Rubens Cassimiro de Souza, de 65 anos, aprova o aprendizado em transformar lâmpadas em enfeites de Natal (Foto: Helber Aggio/PMSCS)Ao final do curso, os alunos recebem certificados de conclusão. Moradora do Bairro Barcelona, Neusa Maria Matiolli Pavloff destaca a importância do diploma. "Hoje em dia quem tem certificado de qualquer curso está à frente dos demais. Isto que o Fundo Social está fazendo é um incentivo para quem quer disputar uma oportunidade de trabalho."


As peças produzidas durante as oficinas serão comercializadas no Bazar de Natal do Fundo Social, que será realizado no final do ano (Foto: Helber Aggio/PMSCS)O aluno Rubens Cassimiro de Souza, de 65 anos, aprova o aprendizado em que é possível transformar lâmpadas em enfeites. "Sempre gostei de artesanato. Com essas aulas posso usar minha criatividade, ajudar o meio ambiente com a reciclagem dos materiais que usamos em sala e ainda aprimorar meus conhecimentos para presentear pessoas mais próximas e quem sabe vendê-las no futuro."


Bazar - As peças produzidas durante as oficinas serão comercializadas no Bazar de Natal do Fundo Social de Solidariedade, que será realizado no fim do ano. A renda é revertida para ajudar na manutenção das ações sociais da entidade solidária, entre outras iniciativas.
(26/05/09)

Prefeitura de São Caetano assume coleta de lixo na cidade

Alexandre Costa
da Redação


A Prefeitura de São Caetano do Sul passou a operar nesta semana o sistema de coleta de lixo da cidade. A mudança ocorreu para que a Administração Municipal realize o serviço público com mais agilidade, qualidade e economia, já que os custos de operação ficarão menores. Outra vantagem da coleta de lixo municipal será a proximidade com os moradores da cidade, permitindo que adequações sejam realizadas de forma rápida. O padrão de limpeza de São Caetano vai aumentar - será implantada a coleta residencial também aos domingos e ampliada a coleta seletiva.


A Prefeitura de São Caetano assumiu a coleta de lixo da cidade (Foto: Eduardo Merlino/PMSCS)Para a realização do serviço, a Prefeitura locou uma moderna frota de Caminhões Compactadores, Caminhões de Coleta Seletiva e Coleta Hospitalar, além de Furgão para Coleta em Farmácias, Laboratórios e Clínicas. Haverá ainda Veículos para Fiscalização e Apoio Operacional.


As equipes de coleta são próprias da Prefeitura, o que também contribuirá para a geração de empregos na cidade. De segunda-feira a sábado, a coleta de lixo será feita das 7 horas às 15h20 e das 17h30 às 2 horas. Para outras informações, esclarecimento de dúvidas ou sugestões, o telefone é 4233-7900 / 4233-7910 / 4233-7901.


Colabore - Para colaborar com a qualidade e agilidade do serviço municipal de coleta de lixo, o morador deve seguir as sugestões abaixo:


- Acondicione o lixo em sacos plásticos bem amarrados e que não rasguem facilmente;


- Coloque o lixo na rua próximo ao horário da coleta, em locais apropriados;


- Para a Coleta Seletiva, você deve separar plásticos, vidros, papéis e metais e leva-los ao Posto de Entrega Voluntária mais próximo de sua casa.
(01/06/09)

Sobre o Programa

Programa de Inspeção Veicular Ambiental

O Programa de Inspeção Veicular Ambiental está em implantação na capital desde 2007, quando foi dada a ordem de início. Trata-se de uma medida que visa minimizar as emissões de poluentes pelos veículos registrados na cidade, buscando estimular seus proprietários a fazerem a manutenção adequada e manter as emissões de seus veículos dentro dos padrões recomendados pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA). È, acima de tudo, um programa de saúde pública.

Segundo pesquisas do Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da Faculdade de Medicina da USP, estima-se que cerca de 10% das mortes de idosos, 7% da mortandade infantil e de 15 a 20% das internações de crianças por doenças respiratórias estejam relacionadas com as variações da poluição atmosférica. Em dias de grande contaminação do ar o risco de morte por doenças do pulmão e do coração aumenta em até 12%. Habitantes de São Paulo vivem em média um ano e meio a menos do que pessoas que moram em cidades de ar mais limpo.

O Programa de Inspeção Veicular Ambiental vem sendo implantado pela Prefeitura gradativamente: em 2008 começou com toda a frota a diesel registrada na cidade. Em 2009 passarão pela inspeção todos os veículos diesel, todas as motos (exceto as de 2 tempos) e também os carros movidos a álcool, gás ou gasolina registrados na cidade de São Paulo entre 2003 e 2008.

Os proprietários dos veículos podem começar a agendar sua inspeção em até 120 dias antes da data limite de seu licenciamento. Terá 90 dias para realizar a inspeção.

A Inspeção deve ser realizada de acordo com o final da placa dos veículos. Quem tiver seu veículo aprovado na inspeção, licenciado e não estiver em dívida com a Prefeitura e com o Detran poderá solicitar o reembolso da tarifa à Prefeitura.


Programa de Coleta Seletiva: Participe

O Programa de Coleta Seletiva regulamentado pelo Decreto nº 48799 de 9 de outubro de 2007 conta atualmente com 15 Centrais de Triagem que possibilitam a geração de renda, emprego e inclusão social para 964 pessoas que estavam à margem da sociedade.

A importância do programa não se restringe ao seu caráter social, afinal de contas, a preocupação ambiental acompanha as diretrizes que norteiam a coleta seletiva.

Volume coletado:

Os dados de material coletado pelas cooperativas de Janeiro a Dezembro de 2008 foi de 40.919 toneladas, sendo que, 15.695toneladas foram coletadas pelas Centrais de Triagem e 25.224pelas Concessionárias Loga e Ecourbis, possibilitando sobrevida aos aterros sanitários e uma melhor destinação ao material que é gerado diariamente. A quantidade de 40.919 toneladas perfaz7% do total do resíduo passível de ser coletado no Município de São Paulo.

Veja a evolução do volume coletado nos últimos anos

Regiões atendidas:

Atualmente dos 96 distritos existentes no Município de São Paulo, 74 são contemplados pela Coleta de Materiais Recicláveis realizada pelas Centrais e pelas Concessionárias, ficando a sua coordenação sob a responsabilidade da Secretaria Municipal de Serviços, por intermédio do Departamento de Limpeza Urbana – LIMPURB, estabelecendo normas e procedimentos para sua implementação, gerenciamento, fiscalização e controle.

Pontos de Entrega Voluntária (PEV) - Entre os equipamentos utilizados na Coleta Seletiva, são mais de 3.500 PEV´s (3811 em 03/2009) instalados em locais específicos e a implantação da conteinerização através da instalação de PEV´s (Pontos de Entrega Voluntária) de 1.000 litros e 2.500 litros para material reciclável, em estacionamentos de bancos, supermercados, escolas municipais, estaduais e particulares, universidades e condomínios.

Condomínios participantes: Temos 1862 condomínios residenciais participantes do Programa de Coleta Seletiva, sendo utilizado 2876 conteineres.

Como participar da Coleta Seletiva?

Se a sua rua for contemplada pela coleta porta a porta, e não for possível a instalação de contêiner, o munícipe pode participar do programa da seguinte forma:
Os resíduos poderão ser disponibilizados em vias públicas, este procedimento é correto, pois o dia e período da coleta seletiva diferem da coleta dos resíduos orgânicos. Lembramos que não é necessária a separação do material reciclável por tipo, pois os mesmos serão separados pelas cooperativas nas Centrais de Triagem.
O munícipe só precisa separar o material seco do úmido e disponibilizá-lo no dia e período da coleta.

Locais atendidos pelo serviço de coleta seletiva porta a porta
Centrais de Triagem

CONTATO
Central de Atendimento – 156
Departamento de Limpeza Urbana (LIMPURB)

Alô Limpeza - (11) 3397-1723/24 3229-3666/3293/4858

MATERIAIS RECICLÁVEIS.
Os materiais mais comuns encontrado no lixo urbano e que podem ser reciclados são:
- Plásticos:
- Garrafas, embalagens de produtos de limpeza;
- Potes de cremes, xampus;
- Tubos e canos;
- Brinquedos;
- Sacos, sacolas e saquinhos de leite;
- Isopor.

ALUMÍNIO:
- Latinhas de cerveja e refrigerante;
- Esquadrias e molduras de quadros;

METAIS FERROSOS:
- Molas e latas.

PAPEL E PAPELÃO:
- Jornais, revistas, impressos em geral;
- Papel de fax;
- Embalagens longa-vida.

VIDRO:
- Frascos, garrafas;
- Vidros de conserva.

MATERIAIS NÃO RECICLÁVEIS:
- Cerâmicas;
- Vidros pirex e similares;
- Acrílico;
- Lâmpadas fluorescentes;
- Papéis plastificados, metalizados ou parafinados (embalagens de biscoito, por exemplo)
- Papéis carbono, sanitários, molhados ou sujos de gordura;
- Fotografias;
- Espelhos;
- Pilhas e baterias de celular (estes devem ser devolvidos ao fabricante);
- Fitas e etiquetas adesivas.

CONTÊINERES, COMO PEDIR
A PMSP dispõe em seu portal uma lista de endereços (locais atendidos pelo serviço de coleta seletiva porta a porta), onde é possível verificar se sua rua é contemplada pelo Programa de Coleta Seletiva.
Caso o endereço em referência seja contemplado, e esteja dentro da área de coleta das concessionárias, é possível verificar junto as empresas a viabilidade de instalação do contêiner.
Em caso positivo a instalação do contêiner, a coleta será realizada pela concessionária com freqüência de uma a duas vezes por semana podendo ser efetuada nos períodos diurnos e noturnos.
A solicitação de contêiner poderá ser feita através da Central de Atendimento: 156 ou através do e-mail:limpurb@sac.prodam.sp.gov.br.

PALESTRAS
O Departamento de Limpeza Urbana promove a apresentação da palestra “Gerenciamento de resíduos Sólidos na Cidade de São Paulo” com local e data previamente publicados no DOM – Diário Oficial do Município, aberto a toda população.
A palestra aborda a história dos resíduos, as mudanças no seu manejo ao longo do tempo e as atuais formas de gerenciamento de todos os tipos de resíduos gerados na cidade.
Os presentes recebem um certificado de participação.
Mais informações podem ser obtidas na Divisão Técnica de Educação e Divulgação/ Coleta Seletiva nos telefones 3397-1758/1754.

DICAS DE COMO SEPARAR O LIXO PARA A COLETA
• Plásticos: lave-os bem para que não fiquem restos do produto, principalmente no caso de detergentes e xampus, que podem dificultar a triagem e o aproveitamento do material.
• Vidros: lave-os bem e retire as tampas.
• Metais: latinhas de refrigerantes, cervejas e enlatados devem ser amassados ou prensados para facilitar o armazenamento.
• Papéis: podem ser guardados diretamente em sacos plásticos

Lembrando que não é necessária a separação do material reciclável por tipo, somente separar o material seco do úmido.


Nossa São Paulo na Câmara


Catadores pedem a vereadores que derrubem veto do prefeito

Em audiência pública realizada nesta quinta-feira (18/6), na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal, os catadores de materiais recicláveis e entidades sociais que apoiam a coleta seletiva solicitaram aos vereadores que derrubem o veto do prefeito Gilberto Kassab (DEM) ao Projeto de Lei 774/07.

O projeto, de autoria de autoria do vereador Chico Macena e do ex-vereador Beto Custódio, ambos do PT, cria o Programa Socioambiental das Cooperativas e Associações de Catadores da Coleta Seletiva com Integração e Gestão Compartilhada.

De acordo com Eduardo Ferreira, do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), o projeto, caso fosse sancionado pelo prefeito, iria beneficiar os trabalhadores do setor. “Teríamos melhores condições para estruturar as cooperativas”, exemplificou.

O ex-vereador Beto Custódio agregou que o meio ambiente também seria beneficiado. “O material não reciclado vai para os lixões da cidade.” Ele garantiu que a prefeitura poderia recolher todo o lixo de São Paulo utilizando as cooperativas de catadores, “gastando um terço do que gasta atualmente com as empresas de coleta”.

Custódio destacou ainda que o texto possibilita a coleta compartilhada entre empresas e catadores. “Mas, para isso, é preciso estruturar as cooperativas.”

Já prevendo que será muito difícil derrubar o veto do prefeito na Câmara, tendo em vista que o governo municipal tem folgada maioria na Casa, os participantes da audiência reivindicaram ainda que o prefeito encaminhe um novo projeto semelhante ao vetado, para corrigir o chamado “vício de iniciativa” da matéria.

Um dos argumentos da prefeitura para não sancionar a lei é que o projeto não poderia ser de iniciativa dos vereadores. Somente o Executivo poderia legislar sobre o tema.

A outra justificativa da administração municipal, publicada no Diário Oficial em que foi noticiado o veto, é de que o projeto conflita com o interesse público. “O que há é o interesse privado das grandes empresas que fazem a coleta do lixo em São Paulo”, rebateu Débora Teixeira, do Instituto Ecoar.

Os catadores entendem que a cidade não tem uma política pública para a coleta seletiva. “Só nos restou o lixo e será que os nossos governantes querem tirar isso da gente também?”, criticou Mara Lúcia Sobral, da Cooperativa Granja Julieta.

Durante a audiência, a Clínica Avina de Negócios Inclusivos da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo apresentou à Comissão, como contribuição e apoio à causa dos catadores, um parecer jurídico sobre o veto do prefeito. O documento, que contexta os argumentos da administração municipal, será incorporado ao processo.

Nenhum representante da prefeitura ou da base aliada do prefeito na Câmara compareceu ao debate para defender a decisão de Gilberto Kassab.

O vereador Ítalo Cardoso (PT), presidente da Comissão de Constituição de Justiça, explicou que não é comum realizar audiência pública para debater vetos do Executivo. “Nesse caso, quisemos que a sociedade se pronunciasse.” Didaticamente, ele relatou aos participantes que o projeto passou por todas as comissões da Casa e foi votado duas vezes pelo plenário no final do ano passado. “Quando chegou ao prefeito para ser sancionado, foi vetado [no início de 2009]”.

Cardoso informou que irá nomear um vereador para relatar o caso. Posteriormente, a Comissão irá votar o parecer a ser encaminhado ao plenário, que poderá acatá-lo ou não.

REPORTAGEM: AIRTON GOES airton@isps.org.br

por MARINA SILVA

ex-ministra do Meio Ambiente

ACUMULAM-SE as evidências de que a ação humana está mudando o clima da Terra em velocidade maior do que se pensava, acelerando a transformação de todos os ecossistemas.

Foi o que me disse há alguns dias Carlos Nobre, respeitado especialista em climatologia, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e membro do IPCC, o Painel de Mudanças Climáticas da ONU. Segundo Nobre, as previsões estão sendo revistas para pior. O mundo terá que tomar medidas enérgicas para conter o aquecimento global, cuja face mais visível é o derretimento crescente da cobertura degelo do Ártico, no Pólo Norte. "Isso é muito sério, e terá reflexos no clima de todo o planeta e em toda a biologia marinha", disse ele. "Antes, a previsão era de que isso poderia acontecer no ano 2100. Agora já se pensa em algo como 2030 a 2050". Que no fim do século 21 a Terra será mais quente não há mais dúvidas.

Há uma previsão de aumento médio da temperatura entre 1,8C e 4,5C. Acima de 2C já poderá ser catastrófico, mas muitos, numa atitude que poderíamos chamar de síndrome de Poliana, preferem pensar que o aumento será de apenas 1,8C e tudo terminará bem.

No entanto, ninguém pode garantir que não chegará a 4,5C. No encontro de Copenhague, chegou-se a falar em corte, até 2050, de 100% nas emissões dos países ricos. Na média global, essa "descarbonização", como chamam os cientistas, terá que chegar a 80% em meados do século. Percentuais à parte, o Brasil não pode se eximir de fazer o seu papel. Nesse quesito, Poliana precisa ser avisada de que nem tudo vai bem.

Volta atrás em caminhos penosamente percorridos e abre o flanco a riscos enormes de aumentar desmatamentos, nossa maior fonte de emissão de gases do efeito estufa, e o Estado não induz a uma cultura de sustentabilidade.

Acorde, Poliana! A situação é grave, e hoje em dia não basta o pensamento positivo. Ele ajuda muito, mas apenas quando somado à coerência e à ação.

Conhecimento sem aplicação é mera informação.

www.ecolmeia.com

Integrantes da Ecolmeia participarão no dia 03/06/09 às 20h do evento:

Debates, palestras e exposições na IV Semana do Meio Ambiente da Fundação Santo André (SP)

Fonte: Comunicação FSANa quarta-feira (03), no período noturno, terá a mesa redonda sobre a "Agenda 21 do ABC", Notícia na íntegra, acesse : http://www.fsa.br/conteudo/index.asp?pagina=noticias_interno&c=7&s=9&id=459

Conhecimento sem aplicação é mera informação.
www.ecolmeia.com

Sustentabilidade é:
Da Wikipédia: “ um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana... Colocando em termos simples, a sustentabilidade é prover o melhor para as pessoas e para o ambiente tanto agora como para um futuro indefinido. Segundo o Relatório de Brundtland (1987), sustentabilidade é: "suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas"....... para a equipe ECOPRÁTICO, é uma forma de ver e agir no mundo, um olhar de 360 graus ao nosso redor. Quando entendemos que cada ação pequena ou grande se reflete no todo e que tudo está interligado, sustentabilidade deixa de ser um conceito e passa a ser a ótica sob a qual buscamos viver.
...saber que o Tempo é importante ingrediente para essa fórmula. As nossas ações se refletem no tempo e no espaço. Essencial considerar que estamos aqui por algumas décadas, mas temos a responsabilidade de zelar pela manutenção do que sustenta a vida no planeta hoje e para os outros que virão depois....ser humano, uma espécie dependente de outras. Um aprendizado constante, mas não ficar sentado esperando o trem bala passar. ...exigir soluções sustentáveis do Governo, empresas, instituições. Colocar em prática pequenas atitudes e fazer uma grande diferença.
Ecoprático é:
Simples, direto e prático. Ecológico e econômico. Uma mistura entre o interesse planetário e o caseiro. Um pouco de rotina e um pouco do eterno. Cuidar da casa e cuidar do planete.
Ecoprático é divertido, simples e leve. Não Eco-Chato! Sustentabilidade tem que ser prazerosa.Ser Ecoprático é abordar os grandes problemas a partir de uma atitude simples, direta e possível.

Educomunicação Socioambiental

A Educomunicação é uma linha de ação do Programa Nacional de Educação Ambiental (ProNEA) que cuida da articulação de ações de comunicação para a educação ambiental. Em atendimento à Lei 9.795/99, da Política Nacional de Educação Ambiental, esta linha de ação tem como objetivo proporcionar meios interativos e democráticos para que a sociedade possa produzir conteúdos e disseminar conhecimentos, através da comunicação ambiental voltada para a sustentabilidade.As ações desta linha são de dois tipos:
ações estratégicas, que promovem a participação na produção de informação e conteúdos educativos e articulam resultados a longo prazo;
ações continuadas de suporte.

Ações em andamento e planejadas para o biênio 2009 / 2010:

Ações Estratégicas:

Circuito Tela Verde e Editais Curtas de Animação Ambiental
Mais informações em:http://circuitotelaverde.blogspot.comhttp://www.cultura.gov.br/editais

Nas Ondas do Ambiente (Nacional) - atividade de educomunicação pelo rádio - primeira fase do programa começa este ano com o projeto Nas Ondas do São Francisco, em parceria com a SRHU/MMA.

Telecentros – Programa permanente de apoio a telecentros em áreas protegidas (UCs e terras indígenas) e comunidades tradicionais, em parceria com os ministérios do Planejamento, da Ciência & Tecnologia e das Comunicações. Consolidará espaços educativos onde será otimizada a participação das populações nas atividades de gestão ambiental (plano de uso, manejo comunitário, monitoramento socioambiental, vigilância territorial, etc)

Ações Continuadas e de Suporte:
Publicações Educativas
Blogs
Sistema Brasileiro de Informações sobre Educação Ambiental – alimentação e manutenção do serviço

TEXTO-BASE
Conheça o texto-base para as ações de Educomunicação Socioambiental que, para facilitar sua "navegação", encontra-se apresentado em três partes:
Parte 1
Parte 2
Parte 3

Visite o site do Ministério do Meio-Ambiente e saiba mais:
http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=20&idMenu=8028

ESTRATÉGIAS MENTAIS
O que você deve fazer de dentro para fora

1.Pense sempre, de forma positiva. Toda vez que um pensamento negativo vier à sua cabeça, troque-o por outro! Para isso, é preciso muita disciplina mental. Você não aquire isso do dia para a noite; assim como um "atleta", treine muito.
2.Não tenha medo de nada e ninguém. O medo é uma das maiores causas de nossas perturbações interiores. Tenha fé em você mesmo. Sentir medo é acreditar que os outros são poderosos. Não dê poder ao próximo.
3. Não se queixe. Quando você reclama, tal qual um ímã, você atrai para si toda a carga negativa de suas próprias palavras. A maioria das coisas que acabam dando errado, começa a se materializar quando nos lamentamos.
4. Risque a palavra "culpa" do seu dicionário. Não se permita esta sensação, pois quando nos punimos, abrimos nossa retaguarda para espíritos opressores e agressores, que vibram com nossa melancolia. Ignore-os.
5. Não deixe que interferências externas tumultuem o seu cotidiano. Livre-se de fofocas, comentários maldosos e gente deprimida. Isto é contagioso. Seja prestativo com quem presta. Sintonize com gente positiva e alto astral.
6. Não se aborreça com facilidade e nem dê importância às pequenas coisas. Quando nos irritamos, envenenamos nosso corpo e nossa mente. Procure conviver com serenidade e quando tiver vontade de explodir, conte até dez.
7. Viva o presente. O ansioso vive no futuro. O rancoroso, vive no passado. Aproveite o aqui e agora. Nada se repete, tudo passa. Faça o seu dia valer a pena. Não perca tempo com melindres e preocupações, pois só trazem doenças.
8. A água purifica. Sempre que puder vá a praia, rio ou cachoeira. Em casa, enquanto toma banho, embaixo do chuveiro, de olhos fechados, imagine seu cansaço físico e mental e que toda a carga negativa está indo embora por água abaixo.
9. Ande descalço quando puder, na terra de preferência. Em casa, massageie seus pés com um creme depois de um longo dia de trabalho. Os escalde em água morna. Acrescente um pouco de sal para se descarregar.
10. Mantenha contato com a natureza; tenha em casa um vaso de plantas pelo menos. Cuide dele com carinho. O amor que dedicamos às plantas e animais acalma o ser humano e funciona como relaxante natural.
11. Ouça músicas que o façam cantar e dançar. Seja qual for o seu estilo preferido, a vibração de uma canção tem o poder de nos fazer sentir vivos , aflorando a nossa emoção e abrindo o nosso canal com alegria.

Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Liberte-se!!! Sempre que puder livre-se da rotina e pegue a estrada, nem que seja por um único dia. Conheça novos lugares e novas pessoas. Viva a Vida!!!!! Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque: "Embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu." O medo nos afasta das derrotas....mas das vitórias também!!!!!!

Informações sobre coleta na sua rua

A EcoUrbis Ambiental S/A disponibiliza aos munícipes um sistema para pesquisa de períodos e freqüências dos serviços de coleta domiciliar e seletiva realizados em sua área de cobertura.
Coleta Domiciliar:Consiste no recolhimento dos resíduos sólidos orgânicos e não-orgânicos, o chamado "lixo doméstico";
Coleta Seletiva:Consiste no recolhimento dos resíduos sólidos domiciliares secos não-orgânicos (vidros, papel, papelão, plástico e metal). Todos os resíduos recolhidos são levados, posteriormente, às Centrais de Triagem conveniadas com a Prefeitura do Município de São Paulo - PMSP, responsáveis por fazer a separação desses materiais.

Acesse o link:http://www.ecourbis.com.br/ e veja o dia e os locais que a coleta seletiva é feita na sua rua.

A COLETA DE LIXO EM SÃO PAULO
A cidade gera 15 mil toneladas de lixo diariamente (lixo residencial, de saúde, restos de feiras, podas de árvores, entulho etc). Só de resíduos domiciliares são coletados mais de 9,5 mil toneladas por dia.
Os trabalhos de coleta de resíduos domiciliares, seletivo e hospitalares são executados pelas duas concessionárias Ecourbis e Loga. Diariamente é percorrida uma área de 1.523 km² e estima-se que mais de 11 milhões de pessoas são beneficiadas pela coleta. Cerca de 3,2 mil pessoas trabalham no recolhimento dos resíduos e são utilizados 492 veículos (caminhões compactadores e outros específico para o recolhimento dos resíduos de serviços de saúde).
A Loga realiza a coleta da região noroeste da cidade de São Paulo. Além da coleta, a Loga administra o aterro Sanitário Bandeirantes, em Perus, e o transbordo Ponte Pequena. A Ecourbis realiza a coleta da região sudeste e administra o aterro São João, na Avenida Sapopemba, e os transbordos Vergueiro e Santo Amaro.
O aterro sanitário Bandeirantes está desativado desde o mês de março de 2007, mas tem captação de gás. O material coletado pela concessionária é levado para o aterro de Caieiras. O aterro São João está recebendo, parcialmente, os resíduos coletados pela Ecourbis. A outra parte está sendo levada para o CDR Pedreira (aterro particular).

No site da prefeitura de São Paulo tem um link informando todos os pontos de coleta seletiva na cidade. Não é ponto de coleta voluntária.
Veja onde voce se encontra e participe. Isso é o futuro!
http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/servicoseobras/limpurb/0004

Gás do lixo
Programa exibido em 22 de julho de 2007

O gás do lixo já vem sendo utilizado como fonte de energia na maior cidade do Brasil. Desde 2004, o gás metano retirado do Aterro Bandeirantes, em São Paulo, abastece aproximadamente 300 mil moradores da capital paulista.
A partir de 2008, com o processamento do metano retirado do Aterro São João, a energia que abastece 7% da população da cidade virá do lixo produzido pelos próprios moradores. A tecnologia é a mesma que já vem sendo usada no Aterro de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
Links:
- Conheça um pouco sobre os aterros sanitários São João e Bandeirantes, na página da Prefeitura de São Paulo;
- Também no site da Prefeitura, leia uma reportagem sobre a queima de metano no aterro sanitário de São João;
- No site da CTR Nova Iguaçu, empresa que administra o aterro sanitário da cidade, você encontra informações sobre o projeto Nova Gerar, que iniciou a venda de créditos de carbono a partir do gás metano produzido no aterro;
- Leia aqui matéria publicada no site G1 sobre a assinatura do contrato para a exploração do gás metano produzido no aterro sanitário de Gramacho, em Duque de Caxias.

O Projeto Lei 530/2008, que institui a Política Municipal de Mudança do Clima no Município de São Paulo, encontra-se na pauta da sessão extraordinária de hoje, 27 de maio. A aprovação do projeto é de fundamental importância por tratar-se de um conjunto de políticas públicas que tem como foco principal combater os efeitos das mudanças climáticas na cidade de São Paulo, melhorando a qualidade de vida da população, com a preservação do meio ambiente. É fundamental a presença do maior número de pessoas na sessão que se inicia às 15h, na Câmara Municipal, 1º andar.

Àqueles(as) que ainda não aderiram ao abaixoassinado pela aprovação do projeto, solicitamos que envie sua adesão o mais breve possível. O abaixoassinado será entregue amanhã na Câmara Municipal.

Para aderir ao abaixoassinado, por favor, acesse os links abaixo:
Cadastro de pessoa Física
http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/node/add/abaixoassinadopl530_pf

Cadastro de pessoa jurídica
http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/node/add/abaixoassinadopl530_pj

A iniciativa, inédita no país, servirá de exemplo para outras cidades brasileiras. A mudança global do clima é um dos maiores desafios da atualidade. Enfrentá-los é uma responsabilidade de todos!

Abraços,
Secretaria Executiva
Movimento Nossa São Paulo
(Email que recebi do movimento Nossa São Paulo - acesse!)





Olá... no site da Coca-Cola Brasil vc encontra um link para a parte de reciclagem com a Semana Otimismo que transforma e o Projeto Reciclou-ganhou....
Vale a pena conferir....
Educação Ambiental está na moda!